sábado, 10 de setembro de 2011

11 de Setembro

por Emanuel Cancella

Dez anos depois, os ingredientes que resultaram no onze de setembro continuam e agora mais evidentes. Transgressões às resoluções da ONU, desrespeito às leis internacionais; religiosos e religiões humilhados; guerras que se constituem em verdadeiras farsas, onde a força está acima de tudo. Se chorarmos as vítimas das duas torres de Nova York, somos indiferentes às vitimas do Iraque, Afeganistão e agora da Líbia. E como se estes não fossem gentes! Nem uma vela, um minuto de silêncio sequer, em homenagem. Além das guerras, das bombas, das prisões, das perseguições, as leis antiterror são aplicadas contra os mesmos que continuam sendo agredidos. Contra os ditadores, tribunais se constituem com até penas de morte. Entretanto contra os agressores, os violadores das resoluções, das leis e tratados, nada! E os soldados mortos nessas guerras manipuladas, o que dizer a seus familiares?
Tem um ditado no Brasil que diz: “ Quem bate, esquece, quem apanha, nunca esquece!
Onze de setembro tudo a lamentar!

Rio de Janeiro, 10 de Setembro de 2011

Um comentário:

  1. Publicado na Gazeta do Povo do Paraná em 10/11/2011.
    Emanuel Cancella

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