segunda-feira, 21 de maio de 2018

Juiz Sergio Moro, o mentiroso tipo exportação!


por Emanuel Cancella

Veja o vídeo desta matéria em: https://www.youtube.com/watch?v=kZQZ9fBT8iY

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O Brasil que encantou o mundo jurídico com Rui Barbosa, a “Águia de Haia”, em decadência é agora representado pelo juiz Sergio Moro, o mentiroso tipo exportação (3).

Moro é daqueles mentirosos contumazes, pois não fica nem com a cara vermelha.
Moro mente no Brasil e mente no exterior!

Moro, em agosto de 2016, foi nos EUA dizer que não julgou casos relacionados ao PSDB porque investigações sobre o Partido não chegaram a ele (1).
 Relembrando ao juiz Moro: O tucano, Aécio Neves recordista em delação na Lava Jato e continua livre leve e solto e senador da República (11).

 Em novembro de 2016 denunciei formalmente a omissão da Lava Jato em relação a gestão criminosa dos tucanos  FHC e Pedro Parente na Petrobrás até hoje sem resposta. Veja a denuncia na íntegra (12).

O juiz Sergio Moro, em 1990,  chefiava a investigação do Banestado. Segundo o senador Roberto Requião, do PMDB/PR, que  discursou no plenário do Senado Federal (2):

 “A mãe de toda corrupção, o maior escândalo não é o Mensalão ou o Petrolão, é o Banestado, que foi chefiado pelo juiz Sergio Moro, que surrupiou dos cofres públicos, meio trilhão de reais.
Um escândalo exclusivamente tucano e nenhum deles foi preso”,

O juiz Sergio Moro, em suas mentiras, tem apoio da mídia, principalmente a Globo, que inclusive lhe premiou, não como mentiroso, mas como homem que faz a diferença.

Moro tem a prática da mentira no varejo e no atacado: No atacado ele veio com a promessa de acabar com a corrupção no Brasil, o que contribuiu para termos, no poder,  MiShell Temer, o governo mais corrupto da nossa história.

A aliança entre Moro e Temer ficou ainda mais clara quando Moro retirou da delação de Eduardo Cunha, 21 das 41 perguntas. Moro fez isso num claro intuito de proteger o golpista Temer (10).
  
Moro agora está envolvido na mentira da reforma do tríplex de Guarujá, na qual teriam gasto hum milhão e duzentos reais.
Como não existe crime perfeito, o MTST foi ocupar o tríplex para protestar contra prisão de Lula e descobrimos assim que a reforma do tríplex, que resultou na prisão de Lula, nunca existiu. Tudo filmado e fotografado.

O que torna o episódio mais grave é que Moro, pessoalmente, por várias vezes impediu os advogados de Lula de vistoriarem a reforma e também de ter acesso às notas fiscais do negócio. Agora sabemos o motivo: o apartamento não tinha reforma e as notas eram frias.

Moro e seus aliados, desesperados com a hipótese de a justiça investigar em loco a farsa da reforma do tríplex, botaram o imóvel à venda em leilão.  Faltando 5 minutos para encerrar o leilão, o primo do tucano Geraldo Alckmin, envolvido no mensalão de Brasília, compra o imóvel (5,6,7).  

Não podemos esquecer que Moro, pessoalmente, sempre no intuito de desgastar a então presidente Dilma, divulgou a mentira de que faltava dinheiro para a Lava Jato (8). A própria Policia Federal informou que havia dinheiro de sobra. 

E foi da lava Jato, chefiada por Moro, às vésperas da eleição de Dilma,  que saiu a mentira de que Lula e Dilma sabiam da corrupção na Petrobrás. O TSE até proibiu a divulgação, mas a revista Veja publicou em matéria de capa e o Jornal Nacional da Globo replicou (9).      

Se não dá para Moro ser a nova versão da “Águia de Haia” que tal o indicarmos para o livro dos recordes, como o juiz mais mentiroso do mundo?  






Rio de Janeiro, 21 de maio de 2018.

 Autor: Emanuel Cancella, OAB/RJ 75.300, ex-presidente do Sindipetro-RJ, fundador e ex- diretor do Comando Nacional dos Petroleiros, da FUP e fundador e coordenador da FNP , ex-diretor Sindical e Nacional do Dieese, sendo também autor do livro “A Outra Face de Sérgio Moro” que pode ser adquirido em: http://emanuelcancella.blogspot.com.br/2017/07/a-outra-face-de-sergio-moro-pontos-de.html.

OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.

(Esse relato pode ser reproduzido livremente)

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