por Emanuel Cancella

A mídia
agora tenta esvaziar o PT, de toda
maneira, como na Folha de 25/10: “PT perde 11%
dos prefeitos que elegeu há 3 anos”, quando plantou notícias falsas
de que o principal prefeito do PT ,o da
cidade de São Paulo, Fernando Haddad, cogitava
deixar o PT. Leia a declaração de Haddad, no Estadão de 24/10: “Fico no PT com
orgulho Seria ruim para o Brasil não ter um partido com essas características
sociais (...)”
O chamado PIG, o Partido
da Imprensa Golpista, trabalha abertamente para tirar a Dilma do governo,
acabar com o PT e também prender sua estrela maior que é Lula. Já utilizaram
para atingir Lula, o filho, a nora e o amigo, só nessa operação Lava Jato.
A fórmula legítima prevista
na democracia para a oposição conseguir seu intento seria a vontade popular,
expressa através do voto. Mas o povo não quis Aécio, pois a maioria sabe que
ele representa os ricos e o PIG. E, a
julgar pelo ódio e foco da oposição, Lula deve ser o mais provável eleito em
2018. Para barrar isso só a prisão de Lula resolveria o problema deles.
Agora o PIG o usa,
para destruir o PT, o seu esvaziamento, mostrando
como opção a Rede, partido de Marina
Silva. Lamentavelmente, até petistas e psolistas estão aderindo ao partido Rede de Sustentabilidade.
O PT é o principal
partido da esquerda brasileira, e esse ódio da elite brasileira demonstra, sem
sombra de dúvida, que o partido incomoda os ricos, e estão tentando enganar o
povo, ora dizendo-se combater a corrupção com a operação Lava Jato, que só
prende petista (e não prende nenhum tucano apesar de provas cabais), ora esvaziando
o partido, ora passando notícias de que só Brasil está em crise, quando essa
crise é mundial e o Brasil está muito melhor do que países mais desenvolvidos .
Não sei como um
esquerdista pode vislumbrar fazer justiça social através da Rede, cujos principais
sustentáculos do partido são o banco Itaú, de Neca Setubal, e da Natura, de Guilherme
Leal. Sem esquecer que a Rede apoiou o tucano Aécio Neves, no segundo turno!”
E para que não reste
nenhuma dúvida, Marina continua alinhada com o PSDB, único partido que ainda apoia
o presidente da Câmara, Eduardo Cunha. Sobre Cunha, disse Marina, conforme
jornal Valor de 21/10/15: “Marina diz que renúncia de Cunha é decisão de foro
íntimo. Para a Rede de Marina, se Cunha quiser continuar, pode!
Você acredita que
nessa Rede, que cabe até o Cunha, vai sobrar espaço para políticas sociais? A verdadeira esquerda não pode cair nessa rede
furada!
Rio de Janeiro, 25 de outubro de 2015
OBS.: Artigo enviado para possível
publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros
órgãos de comunicação.
Emanuel Cancella é coordenador do
Sindicato dos Petroleiros do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro-RJ) e da
Federação Nacional dos Petroleiros (FNP).
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