Por Emanuel Cancella, ex-presidente do Sindipetro-RJ e ex-Coordenador da Federação Nacional dos Petroleiros – FNP.
O Fórum dos participantes da Petros, do qual fazem parte a
FUP e a FNP, acreditando na boa-fé dos negociadores, fez um acordo na justiça e
concordou com o PED – Plano de Equalização de Déficits. Acordo do tipo:
ou aceitam o PED ou terão que conviver eternamente com o PED
assassino.
A FUP e a FNP enviaram o PED para as assembleias dos trabalhadores petroleiros,
que o aprovaram maciçamente.
Eu estava na assembleia no Rio de Janeiro, na Avenida Passos, em 2019: falei na boca de ferro e transformei minha fala em um artigo e vídeo: “A direção da Petrobrás quer matar os petroleiros, e os sindicatos querem estuprar; eu já escolhi o estupro (1)!” Inicialmente, o PED seria pago pelos trabalhadores por 18 anos.
Os petroleiros foram para a justiça e conseguiram 310 liminares que impediam o
desconto no contracheque de dezenas de milhares de petroleiros – eu era um
deles, e isso está estampado em meu contracheque.
As liminares ocorriam em todo o Brasil. Entra em ação o
ex-presidente Bolsonaro:
Os petroleiros mesmo sem nunca terem sido gestor da Petros, pagam de PED, 40% do salário, agora não por 18 anos, mas de
forma vitalícia. Alguns recebem contracheque zerado e, até 2019, 10 petroleiros
tinham se suicidado (8, 9, 10).
Bolsonaro, com a promessa de indicar ao STF o então presidente do STJ, ministro
João Otávio de Noronha (2), conseguiu de Noronha:
suspender as 310 liminares, sem julgamento do mérito, de
forma monocrática, e impedir novas liminares (3).
Noronha também tirou da cadeia Queiroz, administrador das rachadinhas (4), que
envolvem o ex-presidente Bolsonaro e a primeira-dama Michelle Bolsonaro (5, 6).
Noronha ainda trancou a ação de Flávio Bolsonaro, cujo gabinete deu origem às
rachadinhas (7).
E Paulo Guedes, quando assessor de Bolsonaro, deu um rombo
bilionário nos fundos (12) (inclusive na Petros), com as graças da Lava Jato
(que investiga a Petrobrás) e da Greenfield (que investiga os fundos de
pensão).
Não foi preso, não paga nada pelo rombo bilionário e ainda recebeu de Bolsonaro
o Ministério da Economia.
Fonte: 1 - https://www.blogger.com/blog/post/edit/2201420444155051389/3294567463481522587
2 - https://www.bbc.com/portuguese/brasil-53358224
6 - https://noticias.uol.com.br/reportagens-especiais/ex-cunhada-implica-jair-bolsonaro/#cover
11 - Correção da matéria: https://chat.deepseek.com/a/chat/s/aa3b0046-5c8c-410a-a632-22341405d3fe
Rio de Janeiro 17 de julho de 2026.
Em tempo, se você quiser e puder me ajudar, faça um
depósito diretamente na conta de uma dessas entidades filantrópicas, podendo
abater no imposto de renda, elas estão listadas em
http://emanuelcancella.blogspot.com/2020/07/aviso-importante.html
Pode ajudar por pix, é o que estou fazendo. No RJ, pode
solicitar a presença de um mensageiro que irão buscar a doação.
Autor: Emanuel Cancella, OAB/RJ 75.300, em abril de 2023,
pós graduado em Direito Constitucional, pela Universidade Pitágoras Unopar
Anhanguera.
Ex-presidente do Sindipetro-RJ, fundador e ex diretor
do Comando Nacional dos Petroleiros, da FUP e fundador e coordenador da FNP ,
ex-diretor Sindical e Nacional do Dieese, sendo também autor do livro “A Outra
Face de Sérgio Moro” que pode ser adquirido em:
https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1519072214-livro-a-outra-face-de-sergio-moro/
(Esse relato pode ser reproduzido livremente)
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