Por Emanuel Cancella, ex-presidente do Sindipetro-RJ e ex-Coordenador da Federação Nacional dos Petroleiros – FNP.
Brasil 247: Os servidores da Receita Federal investigados
pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por um esquema de vazamento de dados
pessoais de autoridades e familiares cobravam R$ 250 para vender as informações
sigilosas. Segundo a Polícia Federal, o valor era cobrado por CPF, sendo R$ 150
destinados ao servidor e R$ 100 ao atendente cedido pelo Serpro.
A investigação teve início após o ministro Alexandre de
Moraes determinar o rastreamento dos acessos aos dados fiscais de 140 pessoas,
incluindo ministros do STF e seus parentes.
Além dos dois servidores do Rio de Janeiro, um fiscal de
Presidente Prudente (SP), Ricardo Mansano de Moraes, admitiu ter consultado os
dados de uma enteada do ministro Gilmar Mendes, embora tenha alegado não ter
acessado a declaração de Imposto de Renda dela.
Uma quarta servidora, Ruth Machado dos Santos, do Guarujá
(SP), foi acusada de ter acessado os dados da advogada Viviane Barci de Moraes.
Ela alegou, no entanto, que estava em atendimento presencial no momento do
acesso registrado pelo sistema.
A investigação revela como a venda de dados confidenciais
teria sido realizada de forma clandestina, gerando lucro para os envolvidos
(5).
A principal denúncia comprada e vazada o contrato de R$ 129
milhões da mulher de Moraes não existe. Supremo e Moraes silenciam diante da
avalanche de ataques ao ministro, pois estariam preparando resposta sobre o
contrato que não existe (6).
Em tempo – 1: estou suspenso no Facebook porque, segundo
eles, minha matéria não contempla os interesses da comunidade. Recorri ao MPF.
Entendo que qualquer matéria tem que ser respaldada
pela Constituição Federal de 1988, quanto ao direito à liberdade de
expressão. E quanto ao “interesse da comunidade”, estou me lixando (7)!
2 - A justiça, que tarda mas não falha, sustou por prescrição
a prisão e a multa de Cancella no processo que envolve Sergio Moro. Graças ao
trabalho e empenho do competente advogado Dr. André de Paula, auxiliado pelo
“rábula, mestre causídico” Eduardo Banks, João Engenheiro e Bárbara dos Santos,
que compõem sua banca, a pena e a multa foram extintas em 15/01/2026 (8).
3 - Urgente: Meus amigos e amigas, estou sendo bloqueado nas
redes sociais. Basta olhar minhas redes para constatar isso: os números não
mentem jamais (9)! Divulguem minhas matérias e meus vídeos. A participação de
vocês faz a diferença. O Brasil agradece!
6 - https://www.brasil247.com/blog/contrato-de-r-129-mi-da-mulher-de-moraes-nao-existe
7 - https://emanuelcancella.blogspot.com/2024/09/emanuel-cancella-denuncia-ao-mpf-do.html
8 - https://drive.google.com/file/d/1826ef-r0hnF7vMbNT0L6S1wyBohemhkG/view?usp=sharing
9 - https://emanuelcancella.blogspot.com/2026/02/emanuel-cancella-vitima-da-cultura-do.html
Rio de Janeiro 04 de março de 2026.
Em tempo, se você quiser e puder me ajudar, faça um depósito
diretamente na conta de uma dessas entidades filantrópicas, podendo abater no
imposto de renda, elas estão listadas em
http://emanuelcancella.blogspot.com/2020/07/aviso-importante.html
Pode ajudar por pix, é o que estou fazendo. No RJ, pode
solicitar a presença de um mensageiro que irão buscar a doação.
Autor: Emanuel Cancella, OAB/RJ 75.300, em abril de 2023,
pós graduado em Direito Constitucional, pela Universidade Pitágoras Unopar
Anhanguera.
Ex-presidente do Sindipetro-RJ, fundador e ex diretor
do Comando Nacional dos Petroleiros, da FUP e fundador e coordenador da FNP ,
ex-diretor Sindical e Nacional do Dieese, sendo também autor do livro “A Outra
Face de Sérgio Moro” que pode ser adquirido em:
https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1519072214-livro-a-outra-face-de-sergio-moro/
(Esse relato pode ser reproduzido livremente)
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