sexta-feira, 13 de dezembro de 2019

OAB em nome da justiça exige: a Lava Jato tem que continuar, mas sem Moro e Dallagnol!


por Emanuel Cancella


                   
A sociedade exige a continuidade da Lava Jato, mas sem interferência do ex juiz, agora ministro, Sérgio Moro, pois este usou a Operação para prender Lula sem provas, na véspera da eleição, num claro intuito de beneficiar Bolsonaro. Logo depois Moro virou ministro da Justiça e ainda tem a promessa de ser indicado ao STF. Por essa picaretagem o deputado Glauber Braga do Psol/RJ chamou Moro, de juiz ladrão. Os lavajistas levaram o caso para a Comissão de Ética da Câmara que absolveu Braga (10).

E Dallagnol denunciou Lula sem provas, só com convicção, ao vivo, na Globo. Dallagnol é o procurador que queria administrar o Fundo Petrobrás de R$ 2.5 bilhões, barrado pela PGR e o STF (1,2).

Nas horas vagas, Dallagnol faz palestras remuneradas para empresas, inclusive as investigadas pela Lava Jato. Uma dessas investigadas, a empresa de tecnologia Neoway, além de palestra Dallagnol intermediou transação comercial entre ela e o MP (3,4).

O The Intercepet Brasil denunciou as picaretagens da Lava Jato, inclusive com áudios. Foi tão grande o escândalo que o Conselho Nacional da OAB, por unanimidade, pediu o afastamento de cargos públicos de Moro e Dallagnol para que pudessem ser julgados com imparcialidade, sem utilizar a máquina pública em proveito próprio (5).

E é o que os dois, Moro e Dallagnol, estão fazendo para tentar melhorar suas imagens, como a operação contra o filho de Lula, com base em denúncia requentada e já arquivada por falta de provas.

“Qual a relação entre Vivo, Oi e Petrobras?”, indagou Flávio Dino, governador do Maranhão que foi juiz federal por 12 anos, antes de entrar para a política. “É que na Petrobras as pessoas usam telefones?”, ironizou (6,9).

Mas é essa a lava Jato do Moro e Dallagnol, usando a farsa do combate à corrupção, na verdade persegue implacavelmente Lula, sua família, Dilma e o PT.  

E também não podemos aceitar o combate à corrupção da Lava Jato que acabou com a economia nacional, em poucos meses, como mostra o documentário anexo (7).

Muito menos aceitar a Lava Jato, de Moro e Dallagnol, num país com mais de 13 milhões de desempregados, que, em nome do combate à corrupção, acaba com a indústria naval , que constrói navios e plataformas, gerando emprego e renda aos gringos (8).

Sem esquecer que a Lava Jato, posto que seja constituída com dinheiro e funcionários públicos, tem a obrigação de investigar todos inclusive os tucanos, que até agora foram blindados, como também o clã Bolsonaro, nos escândalos do Queiroz, milícias, Itaipu Gate, laranjal do PSL e dos 39 kg de cocaína.
E isso a Lava jato do Moro e Dallagnol não vai fazer!  

Eu mesmo, enquanto petroleiro e sindicalista em novembro de 2016 denunciei ao MPF a omissão da Lava Jato em relação a gestão criminosa dos tucanos FHC e Pedro Parente, na Petrobrás, até hoje sem resposta, veja denuncia na íntegra (11).  

Essa é a Lava Jato de Moro e Dallagnol, em que a lei não é para todos.


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Rio de Janeiro, 13 de dezembro de 2019.

Autor: Emanuel Cancella, OAB/RJ 75.300, ex-presidente do Sindipetro-RJ, fundador e ex diretor do Comando Nacional dos Petroleiros, da FUP e fundador e coordenador da FNP , ex-diretor Sindical e Nacional do Dieese, sendo também autor do livro “A Outra Face de Sérgio Moro” que pode ser adquirido em: 
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OBS.: Artigo enviado para possível publicação para o Globo, JB, o Dia, Folha, Estadão, Veja, Época entre outros órgãos de comunicação.

(Esse relato pode ser reproduzido livremente)

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