Por Emanuel Cancella, ex-presidente do Sindipetro-RJ e ex-Coordenador da Federação Nacional dos Petroleiros – FNP.
A relação entre o deputado estadual Renato Freitas (PT-PR) e
o deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ) é marcada pela solidariedade e união
na defesa de mandatos de esquerda focados em pautas de movimentos sociais e
direitos humanos.
Ambos têm trajetórias marcadas por processos e fortes embates institucionais, o
que os aproximou na luta contra o que definem como perseguição política (12).
Renato Freitas tem enfrentado a extrema direita dentro e fora
do Parlamento paranaense. Ele sempre disse o que os extremistas são e
representam.
Num parlamento em que se é minoria e que não se faz acordos
com os inimigos dos trabalhadores, pelo contrário, os denuncia, Renato passou a
ser perseguido, inclusive com a tentativa de cassação de seu mandato.
Nossa solidariedade a Renato.
Sim, Renato fica (1)!
Eles queriam cassar o mandato de Glauber Braga, mas a forte
mobilização contrária levou seus algozes a suspender Glauber Braga por 6 meses.
Glauber Braga (PSOL/RJ): o deputado que enfrentou o ex-juiz Sergio Moro dentro
do Congresso Nacional. Em resposta a Moro, que prendeu Lula sem provas (13) num
claro intuito de beneficiar Bolsonaro, e para que não pairem dúvidas do conluio
criminoso de ambos, Moro recebeu de Bolsonaro o Ministério da Justiça e a
promessa de ser indicado ministro do STF (14).
Glauber chamou Moro de "juiz ladrão".
Deputado que chamou Moro de "ladrão": "STF
confirma o que eu disse” (2):
"O STF confirma e formaliza o que a gente já dizia há algum tempo: Moro se
comportou como juiz parcial, como juiz ladrão, que feriu as liberdades
democráticas no Brasil", disse Braga.
A sessão do Supremo foi interrompida com 7 votos a 2 a favor
de manter a suspeição do ex-magistrado.
Orçamento Secreto (15): BBC Brasil: 'Maior caso de
corrupção do planeta'?
Glauber Braga: O pai do orçamento
secreto é Arthur Lira (3). Essa operação tocada pela Polícia Federal vem de um
acumulado. Envolveu o meu depoimento, mas não só isso.
É importante que se diga: teve quebra de sigilo telefônico,
telemático, daquela que era operadora do orçamento secreto, mas obedecendo às
ordens de Arthur Lira.
A minha expectativa é que ele seja devidamente
responsabilizado e que a gente acabe com o orçamento secreto de maneira
definitiva.
A Operação Transparência, da Polícia Federal (PF), apontou
uma ex-assessora de Arthur Lira (PP-AL) como figura-chave no desvio de emendas.
Braga é um dos deputados mais enfáticos na acusação de que o esquema configura
um “sequestro” do orçamento público (3).
Bolsonaristas no estado do Rio de Janeiro:
Durante o mandato do bolsonarista Cláudio Castro como
governador do Rio de Janeiro (maio/2021 a março/2026), as polícias realizaram
uma média de 85 operações por mês nas comunidades fluminenses, totalizando
milhares de incursões focadas na repressão e contenção do crime organizado (5).
O clã Bolsonaro foi votado maciçamente em 2018 no estado do
Rio de Janeiro. Witzel bolsonarista, que sofreu impeachment, foi eleito
governador, e Flávio Bolsonaro, senador.
Bolsonaro presidente que está preso, foi o mais votado no
estado. Nada de relevante aconteceu no estado durante o domínio bolsonarista.
A violência cresceu com as operações policiais:
Cláudio Castro, bolsonarista, inaugura fase ‘abertamente genocida’ e usa
segurança pública como palco eleitoreiro, diz ativista (4).
“A população do Rio de Janeiro viveu um dos dias mais
violentos de sua história recente com uma megaoperação policial que mobilizou
2.500 agentes para conter as ações do grupo armado Comando Vermelho (CV) no
estado nos Complexos da Penha e do Alemão, na zona norte da cidade.
O número de mortos oficiais é de 64 pessoas, mas na manhã
desta quarta-feira (29), moradores do Complexo da Penha contabilizaram 60
corpos em área de mata da megaoperação.”
Flavio Bolsonaro presidente:
Flávio Bolsonaro, deputado estadual, marcou sua vida
parlamentar no Rio dando a medalha Tiradentes – a maior comenda da Alerj – a
milicianos presos (6).
Flávio Bolsonaro queria legalizar as milícias (8).
Agora Flávio Bolsonaro quer ser presidente; segundo a Folha de São Paulo,
cogita também vender a candidatura por R$ 15 mil (8).
Flávio Bolsonaro ‘queimou o filme’ recebendo de Vorcaro 61 milhões para
financiar o filme do pai (9). A produtora do filme diz que não recebeu nenhum
dinheiro de Vorcaro (10). Para onde foi esse dinheiro?
O triste é que grande parte desse dinheiro saiu do RioPrevidência, da conta dos
aposentados e pensionistas do estado do Rio (11).
Repito: Renato Freitas e Glauber Braga ficam! Sergio Moro e
Flávio Bolsonaro saem!
Fonte: 1 - https://www.facebook.com/share/v/1FdgNwVscv/
8 - https://www.instagram.com/p/DVMHe_-kdM4/
14 - https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/12/politica/1557677235_562717.html
15 - https://www.bbc.com/portuguese/brasil-63208754
Rio de Janeiro 9 de junho de 2026.
Em tempo, se você quiser e puder me ajudar, faça um
depósito diretamente na conta de uma dessas entidades filantrópicas, podendo
abater no imposto de renda, elas estão listadas em
http://emanuelcancella.blogspot.com/2020/07/aviso-importante.html
Pode ajudar por pix, é o que estou fazendo. No RJ, pode
solicitar a presença de um mensageiro que irão buscar a doação.
Autor: Emanuel Cancella, OAB/RJ 75.300, em abril de 2023,
pós graduado em Direito Constitucional, pela Universidade Pitágoras Unopar
Anhanguera.
Ex-presidente do Sindipetro-RJ, fundador e ex diretor
do Comando Nacional dos Petroleiros, da FUP e fundador e coordenador da FNP ,
ex-diretor Sindical e Nacional do Dieese, sendo também autor do livro “A Outra
Face de Sérgio Moro” que pode ser adquirido em:
https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1519072214-livro-a-outra-face-de-sergio-moro/
(Esse relato pode ser reproduzido livremente)
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