Por Emanuel Cancella, ex-presidente do Sindipetro-RJ e ex-Coordenador da Federação Nacional dos Petroleiros – FNP.
Diante dessa constatação, o desfecho seria simples: votar
contra Flávio, Moro e Tarcísio. Mas não é assim que a banda toca. Tem as fake
news que funcionam como um míssil hipersônico.
O Sérgio Moro, com um vazamento da delação de Palocci a seis
dias da eleição de 2018 no primeiro turno, colocou Bolsonaro à frente de
Fernando Haddad. E Dilma, até uma semana da eleição, tinha uma cadeira
garantida ao Senado por Minas Gerais segundo o Ibope e o DataFolha; Dilma foi
derrotada (12).
A delação de Palocci vazada por Moro a 6 dias da eleição foi
rejeitada pelo MPF e, segundo o delegado da Polícia Federal, Moro inventou a
delação (9,10).
E foi Moro que, num claro intuito de beneficiar Bolsonaro,
prendeu Lula sem provas (13). Para que não paire dúvida do conluio criminoso de
ambos, Moro recebeu de Bolsonaro o ministério da Justiça e a promessa de ser
indicado ministro do STF (14).
Não podemos esquecer que, segundo o saudoso Moniz Bandeira —
cientista político conhecido por dissecar o poderio norte-americano na
desestabilização de países —, em entrevista ao Jornal do Brasil em 2016, Moro
trabalha para os EUA contra o Brasil (5).
Olha o entreguismo do filho do Bolsonaro, Flávio diz que o
Brasil é "solução para os EUA terem minerais de terras raras" (4).
E Flávio Bolsonaro, candidato à presidência, diz que o Brasil
é "solução para os EUA terem minerais de terras raras" (4).
A eleição para Flávio Bolsonaro é um negócio, pois segundo a Folha (1): “As anotações de Flávio Bolsonaro reveladas pela Folha de S.Paulo, que falam até em venda de candidatura por R$ 15 milhões, escancaram o submundo das negociações eleitorais tratadas como balcão de negócios dentro do Partido Liberal.
As notas expõem uma lógica política dominada pela sobrevivência do
clã, pelo medo de perda de poder e por práticas que lembram mais consórcio de
interesses do que projeto de país — o retrato da turma das rachadinhas e da
proteção aos privilégios que sangram o bolso do povo para blindar aliados e
bilionários.”
Flávio Bolsonaro, quando deputado estadual, deu a medalha
Tiradentes — a maior comenda da Alerj — a um miliciano preso (2).
E Flávio Bolsonaro, quando deputado, queria legalizar as
milícias (3). Será que, se eleito presidente, vai legalizar as milícias?
Já Tarcísio de Freitas, no dia da votação do segundo turno da eleição municipal em São Paulo, numa disputa acirrada entre Ricardo Nunes e Guilherme Boulos:
Tarcísio, em entrevista coletiva depois de votar pela manhã
ao lado do seu candidato à reeleição Ricardo Nunes, disse, sem nenhuma prova,
que Guilherme Boulos estava recebendo apoio do PCC (6). Ironicamente, ainda
disse que isso não ia influenciar no resultado da eleição.
E, na verdade, quem tem aproximação muito perigosa com o PCC
é Tarcísio de Freitas, cujo grande doador de sua campanha veio do PCC (7). E
Ricardo Nunes, que disputava a reeleição, tinha o PCC na Secretaria de
Transporte (8).
“O que você vai fazer para tirar o PCC do transporte coletivo
de São Paulo?”, perguntou Datena a Nunes. O candidato acusou o prefeito de
permitir que a facção criminosa controle empresas de ônibus paulistanas (8).
Vale lembrar: não existe justiça no futebol nem na política!
Fonte: 1 - https://www.instagram.com/p/DVMHe_-kdM4/?igsh=dTB5NTAzYXR3dmV2
10 - https://www.conjur.com.br/2020-ago-16/delegado-pf-mostra-delacao-palocci-foi-inventada/
14 - https://brasil.elpais.com/brasil/2019/05/12/politica/1557677235_562717.html
Rio de Janeiro 23 de abril de 2026.
Em tempo, se você quiser e puder me ajudar, faça um
depósito diretamente na conta de uma dessas entidades filantrópicas, podendo
abater no imposto de renda, elas estão listadas em
http://emanuelcancella.blogspot.com/2020/07/aviso-importante.html
Pode ajudar por pix, é o que estou fazendo. No RJ, pode
solicitar a presença de um mensageiro que irão buscar a doação.
Autor: Emanuel Cancella, OAB/RJ 75.300, em abril de 2023,
pós graduado em Direito Constitucional, pela Universidade Pitágoras Unopar
Anhanguera.
Ex-presidente do Sindipetro-RJ, fundador e ex diretor
do Comando Nacional dos Petroleiros, da FUP e fundador e coordenador da FNP ,
ex-diretor Sindical e Nacional do Dieese, sendo também autor do livro “A Outra
Face de Sérgio Moro” que pode ser adquirido em:
https://produto.mercadolivre.com.br/MLB-1519072214-livro-a-outra-face-de-sergio-moro/
(Esse relato pode ser reproduzido livremente)
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